sábado, 7 de março de 2009

O ESTADO A SERVIÇO DA PEDOFILIA?

O Estado a serviço da pedofilia?

Conselho tutelar da Inglaterra entrega meninos para “casal” homossexual pedófilo

A adoção de crianças se tornou tão politicamente correta que um conselho tutelar da Inglaterra permitiu que um “casal” gay pedófilo adotasse meninos novos — mesmo, conforme revela uma mãe aqui, se recusando a ver quando foram apresentadas evidências do horrível abuso.

Embora os eventos assistidos em sua TV fossem fortes e bárbaros, a jovem mãe não acreditava que seu sentimento de incômodo estava pressagiando algo mais infeliz ou alarmante.

Com a ajuda das imagens da TV, é claro que ela agora tinha muito tempo para refletir em como dava para explicar aquela preocupação que a estava afligindo.

A senhorita X, cujo nome deve ser mantido no anonimato, havia colocado seus meninos gêmeos de 8 anos em adoção em 2004 depois de se achar sem condições de lidar com a vida como mãe solteira de quatro crianças tempestuosas.

Ela não se importou que seus meninos acabassem sendo entregues a um “casal” gay, Craig Faunch e Ian Wathey — o primeiro “casal” homossexual de Yorkshire a receber aprovação das autoridades para adotar crianças. O fato é que ela estava contente que alguém estivesse disposto a cuidar bem de seus meninos.

Contudo, esse sentimento mudou quando ela viu uma foto comprometedora de seu filho nu enquanto eles estavam numa de suas visitas regulares a ela.

A foto — que mostrava seu filho urinando — era tão preocupante que a senhorita X se queixou para as assistentes sociais do conselho tutelar de Wakefield, Yorkshire.

É o tipo de incidente grave que poderia, você poderia imaginar, ser o prenúncio do começo de vários procedimentos rigorosos de investigação.

No entanto, o problema foi resolvido — se é que esse é o termo correto — numa reunião desconfortável na sala de estar da senhorita X em maio de 2004. Nessa reunião, ela recorda, o homossexual Faunch, de 32 anos, declarou que ele havia tirado a foto para envergonhar o filho dela, a fim de que ele fechasse a porta quando fosse ao banheiro.

Essa explicação suspeita foi o suficiente para satisfazer as assistentes sociais presentes. Assim, elas deram uma conclusão veloz à investigação — e até acabaram perdendo a foto incriminadora.

Passaram-se outros oito meses, e outro menino aos cuidados dos homossexuais provocou um alerta.

Um ano e seis meses depois, em junho de 2006, Faunch e Wathey foram presos, condenados num total de 11 anos, por terem cometido mais de 10 crimes contra os quatro meninos que estavam aos cuidados deles.

O “casal” havia cuidado de 18 meninos num período curtíssimo de 15 meses, depois de receberem aprovação do conselho tutelar. Mas, com a desculpa de serem homens carinhosos oferecendo ajuda a meninos com problemas, eles haviam cometido violência sexual contra crianças vulneráveis para seu próprio prazer.

Nenhum dos dois homens, conforme registro do tribunal, mostrou algum sentimento de empatia ou remorso.

Os dois estão agora cumprindo sentenças de prisão por seus crimes abomináveis.

Apesar disso, as repercussões continuaram a reverberar, e num relatório fatal feito por autores independentes nessa semana, o conselho tutelar foi merecidamente condenado.

O relatório concluiu que o conselho permitiu que o “casal” gay tivesse total liberdade para cometer abusos sexuais contra os meninos que estavam sob seus cuidados, por medo de que fossem acusados de discriminação se iniciassem uma investigação.

Por causa de sua sexualidade, o relatório indicou, os homens eram um “casal adotivo especial” que não estavam sujeitos às mesmas medidas rigorosos que os outros casais.

Numa época em que os “casais” gays têm permissão legal de adotar pela primeira vez, as críticas provocam sérios questionamentos sobre os procedimentos de investigação…

Para a senhorita X, é claro que a questão é muito mais do que simples: sua confiança foi traída de forma escandalosa.

Conforme ela diz: “Fiquei muito irada quando descobri que o conselho tutelar não havia levado a investigação adiante e nem mesmo entrou em contato com a polícia acerca do problema. Estou horrorizada com o fato de que entregaram mais crianças àquele ‘casal’ — é doentio. Agora, mais pessoais tiveram suas vidas viradas de cabeça para baixo. Como os outros, confiei 100 por cento e eles me decepcionaram”.

É um sentimento ecoado pelas mães de dois outros meninos, que também foram vítimas de Faunch e Wathey, sem mencionar outros que se acharam na tragédia criminal da administração incompetente do conselho tutelar.

Não é a primeira vez que o conselho tutelar de Wakefield é alvo de manchetes negativas na questão de adoção de crianças vulneráveis.

No mês passado, seis pessoas, que no passado trabalhavam como assistentes sociais, ganharam indenização de mais de 1 milhão de libras esterlinas num acordo fora dos tribunais depois de alertarem acerca dos padrões de assistência às crianças nos lares onde atuavam.

Todas foram demitidas depois de revelarem uma escandalosa lista de incompetência administrativa, problemas que incluíam deixar que crianças até mesmo de 12 anos se envolvessem em relacionamentos sexuais, crianças trabalhando e crianças fumando drogas com outras crianças e negligências na investigação de registros criminais.

Tal lista deprimente de negligências parece não ter sido o suficiente para evitar que os meninos ficassem com os dois homossexuais em 2003.

Faunch e Wathey haviam se estabelecido numa casa de três quartos num agradável beco sem saída cinco anos antes e, como tantos pedófilos, pareciam ser membros perfeitamente respeitáveis da sociedade.

Esse “casal” impressionantemente estranho — Wathey, de 40 anos, 1.82 de altura e gordo era considerado quieto, o “Gigante Gentil”, enquanto Faunch é um magro de 1.70 e apelidado de “Tweetie Pie” na escola, por causa de sua voz e tamanho — ambos cresceram perto de Wakefield, West Yorkshire.

Os dois homens estavam vivendo em casa com suas mães divorciadas quando se encontraram dez anos atrás, rapidamente saindo do armário diante de seus respectivos amigos e famílias antes que, em 1998, decidissem ir morar juntos.

Dinheiro, de acordo com os amigos, era muitas vezes escasso, e os dois homens tiveram vários empregos claramente banais durante os anos, inclusive trabalhar para um estabelecimento local de alimentos congelados e uma empresa de catálogos de encomenda de compras domésticas.

Eles não pareciam, recordam os vizinhos, ativistas pioneiros na luta em favor de direitos gays, embora de fato Faunch de modo particular fosse claro no assunto.

E quer ou não fosse por ordem dele, cinco anos atrás, o “casal” se inscreveu no conselho tutelar para se tornar pais adotivos profissionais.

Quando, em julho de 2003, eles receberam permissão, Faunch e Wathey estavam entre os primeiros “casais” homossexuais da Inglaterra a serem aprovados, e o primeiro em Yorkshire.

Esse evento importante ocorreu quase que sem atenção alguma.

O serviço de assistência social não tratou Faunch e Wathey de forma alguma diferente do que faz com outros pais adotivos, passando os mesmos cursos e os mesmos procedimentos investigativos padrões.

As inspeções rotineiras revelaram que eles não tinham um registro criminal e nunca haviam tido problemas com a polícia e, com uma escassez desesperadora de pais adotivos na região de Yorkshire, começaram seu novo papel no verão de 2003 logo que a junta de adoção dos serviços de assistência social formalmente aprovou as inscrições deles.

O pedido do “casal” de querer cuidar apenas de meninos na faixa de 5 a 12 anos de idade aparentemente passou despercebido, pois aceitaram a explicação de Faunch e Wathey de que eles não se sentiam “equipados” para cuidar de meninas.

Talvez os serviços devessem ter conversado com membros da comunidade local, muitos dos quais tinham um sentimento forte de que não era um altruísmo puro que havia guiado o “casal” gay a acolher meninos novos em seu lar.

Conforme as fofocas locais, foi por dinheiro.

Nenhum dos dois homens trabalhava fora e pareciam estar vivendo do dinheiro que recebiam dos serviços de assistência social de Wakefield.

De acordo com um vizinho, o dinheiro era usado para financiar fins-de-semana fora com os meninos em estações de férias à beira-mar próximas, em Cleethorpes e Skegness, no trailer que eles possuíam.

É claro que agora sabemos que a motivação do casal era ainda mais sinistra: ambos os homens eram pedófilos.

E menos de um ano depois que eles foram aprovados, a senhorita X sentiu-se movida a alertar os serviços de assistência social com relação às preocupações dela.

Durante uma de suas visitas regulares aos gêmeos, um Faunch risonho havia lhe mostrado a foto de seu filho urinando durante uma visita ao acampamento de férias Butlin em Skegness.

Uma foto instantânea semelhante havia sido tirada do outro gêmeo.

Profundamente incomodada, a mãe solteira de 34 anos recusou permitir que os gêmeos retornassem para a casa dos homossexuais adotivos e entrou com uma queixa oficial no conselho tutelar.

Mas embora uma assistente social recebesse a foto incriminadora e prometesse uma investigação total, o resultado, conforme vimos, foi meramente aquela esquisita reunião na sala de estar.

Depois disso, a senhorita X não recebeu nenhuma informação do que aconteceu em seguida. Ela teve de presumir que o conselho havia investigado totalmente o problema.

Aliás, longe de adotar alguma ação adicional, o conselho entregou mais meninos a Faunch e Wathey, inclusive um menino com graves problemas, até fornecendo camas a mais…

“Eles subiram na vida”, comenta um vizinho com tristeza.

Nos bastidores, porém, o que havia mudado para outro nível foi a perversão do “casal”.

Entre os novos “recrutas” para seu exército de meninos adotivos estava um menino com a síndrome de Asperger, uma forma de autismo. O menino passava os fins-de-semana com os homens para que sua mãe tivesse algum descanso dos cuidados com o menino.

Com a idade mental de sete e com dificuldades de aprendizado, a mãe de 36 anos do menino achava difícil cuidar das necessidades especiais de seu menino junto com as necessidades de seus outros dois filhos. Por isso, ela os entregou ao conselho tutelar em busca de ajuda.

“Eu estava a ponto de ter um esgotamento total quando Faunch e Wathey surgiram”, recorda ela.

“Na época, era a resposta às minhas orações. Eu cuidava do meu filho sozinha durante a semana e nos fins-de-semana poderia recarregar minhas baterias e passar tempo com os outros meninos”.

Como é que ela imaginou que seu filho estava sendo sexualmente abusado pelo “casal” adotivo na privacidade da casa deles — sabendo que não havia chance de ele dizer algo por causa de seu problema físico?

Nas evidências assustadoras entregues ao tribunal no ano passado, o menino recordou como Wathey o havia feito ver pornografia gay enquanto ele se tocava e, em nove outras ocasiões, havia submetido o menino a um ato sexual explícito enquanto ele estava deitado na cama, dizendo-lhe que ele não deveria contar para a própria mãe.

Ele também havia, conforme o menino contou ao tribunal, sido acariciado em várias ocasiões por Faunch enquanto eles estavam no sofá da sala de estar. “Não gosto deles mais”, ele declarou ao tribunal.

“Quero que eles vão para a cadeia”.

Quem é que sabe por quanto tempo os vários abusos continuaram?

De fato, foi só depois que um quarto menino, também de 14 anos de idade, relatou para um amigo adulto que ele havia sido tocado de forma imprópria que a polícia se envolveu.

Depois de um dos incidentes, conforme ele declarou ao tribunal, ele havia usado uma garrafa cheia de xampu no chuveiro numa tentativa de limpar a memória do que aconteceu. “Doía”, disse ele.

A polícia foi finalmente informada, e iniciou uma investigação, durante a qual descobriram um vídeo indecente dos gêmeos adotados tomando um banho de chuveiro que havia sido filmado poucos dias antes depois que a foto nu deles havia sido tirada.

A polícia também descobriu um filme pornográfico gay explícito no gravador no quarto de dormir de Faunch e Wathey.

O filme, O Mundo de um Rapaz, apresenta as proezas de um grupo de homens mais velhos cobiçando e realizando atos sexuais com rapazes.

Em junho de 2006, Faunch foi condenado por cinco crimes sexuais com um menino de 14 anos e dois crimes por tirar fotos indecentes.

Wathey foi condenado por quatro crimes de atividade sexual com outro menino de 14 anos e uma acusação de incentivar um menino a ver filme pornográfico gay.

Nenhum dos dois homossexuais mostrou remorso algum.

Aliás, isso talvez indique algo acerca da atitude do “casal” com relação aos procedimentos legais que ocorreram poucas semanas antes de serem julgados em junho de 2006: eles decidiram formalizar seu relacionamento numa cerimônia de parceria civil em Pontefract.

É de pouco maravilhar que, ao sentenciar Faunch e Wathey no tribunal no verão passado, a Juíza Susan Cahill disse que era “totalmente inacreditável” que a polícia não tivesse sido chamada depois que a mãe dos meninos gêmeos inicialmente expressou preocupações.

É um sentimento ecoado pelos autores do relatório desta semana, que também fizeram 41 recomendações para revisar o processo de adoção do conselho.

É claro que só o tempo dirá se essas recomendações serão implementadas.

No meio tempo, as mães dos meninos afetados estão sozinhas para lidar com as conseqüências emocionais deixadas pela máquina burocrática.

Como explicou a mãe do menino de 14 anos que sofre da síndrome de Asperger: “Eu simplesmente não conheço os danos a longo prazo que isso tudo pode ter provocado em meu filho. Se as assistentes sociais tivessem feito sua obrigação e tivessem levado os gêmeos mais a sério em primeiro lugar, meu filho jamais teria acabado naquela casa”.

Nesta semana, uma porta-voz do conselho não quis comentar, declarando que seria “impróprio” falar antes da próxima reunião…

“Impróprio”, é claro, é a palavra chave em toda essa triste história — e essa palavra já deveria ter sido usada bem antes nesse caso.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: Daily Mail - http://juliosevero.blogspot.com/2007/09/o-estado-servio-da-pedofilia-conselho.html

ORGANIZADOR DE PARADA GAY PEGO EM OPERAÇÃO POLICIAL CONTRA ABUSO SEXUAL DE MENORES.

Organizador de parada gay pego em operação policial contra abuso sexual de menores.

Homossexual é acusado de crime grave por alegadamente tentar ter encontro com menino de 14 anos

© 2007 WorldNetDaily.com


Um dos coordenadores da “PrideFest” homossexual de Milwaukee está agora enfrentando uma acusação de crime grave depois que a polícia disse que ele tentou, por meio da Internet, ter um encontro sexual com um menino de 14 anos.

De acordo com as autoridades, aparentemente David W. Bodoh, de 42 anos, de Wauwatosa, Wisconsin, EUA, fez contato com um menino da cidade de Oconomowoc, e acabou marcando um encontro com um agente disfarçado que, pela Internet, se fez do menino.

Segundo declarações, a mãe adotiva do menino descobriu emails explícitos entre seu filho e Bodoh em janeiro, e fez contato com a polícia.

No mês passado, o agente, que estava fazendo o papel do menino, fez contato com Bodoh num site montado para promover conexões homossexuais.

Conforme a queixa criminal, Bodoh marcou um encontro com o “menino” no shopping center da Praça Brookfield em 12 de julho, onde o suspeito prometeu dar ao menino “o maior passeio de sua vida”.

Quando Bodoh chegou em sua moto, ele foi preso por policiais de várias agências, mas lhes disse que estava simplesmente planejando levar o menino para um passeio e lanche.

Ele foi acusado de usar um computador para facilitar crimes sexuais e, se for condenado, enfrenta até 25 anos de cadeia e 100.000 dólares em multas.

Embora o nome de Bodoh tenha sido tirado do site da PrideFest, uma versão arquivada indica que ele era parte da equipe de produção do evento de 2007.

De acordo com o site da PrideFest: “A missão da PrideFest é defender, celebrar e educar a comunidade geral e a comunidade gay, lésbica, bissexual e transexual (GLBT) com relação a todos os aspectos da cultura GLBT. Para realizar isso, a PrideFest produz uma celebração anual de orgulho gay. Os eventos educacionais incluem, mas não são limitados a, exposições, palestras, arte e promoções na comunidade que mostram de forma plena a diversidade da cultura GLBT”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=56862

Direito Penal - Prof. Luis Cavalcante

MENINA DE 4 ANOS QUE VIVIA COM "CASAL"GAY É VIOLENTADA

Menina de 4 anos que vivia com “casal” gay é violentada
por Julio Severo

O cabeleireiro Orani Fogari Redondo, de 28 anos, foi preso na noite de 31 de outubro de 2008, em Araraquara, interior de São Paulo, suspeito de estuprar uma menina de 4 anos. A criança morava com ele e com o tio, um homossexual de 54 anos.

Redondo e o tio da menina moravam juntos há quase 10 anos e, há cerca de um ano e meio, o tio ficou com a guarda definitiva da garota porque os pais dela foram presos, condenados por tráfico de drogas.

Uma denúncia anônima levou a polícia até o cabeleireiro. Em sua defesa, o tio, que é enfermeiro aposentado, disse que deixou a sobrinha com o parceiro para ir ao médico e quando voltou viu sangue escorrendo pelas pernas da menina.

Segundo o noticiário da Record de 1 de novembro de 2008, a menininha precisou passar por uma cirurgia por causa da gravidade da agressão e continuará sob acompanhamento médico.

Pressionado pela polícia, o tio confessou que não foi a primeira vez que seu parceiro havia abusado da menina. Em entrevista, a polícia destacou que o rapaz tem outras passagens pela polícia pelo mesmo crime de abuso sexual de crianças.

Pelo fato de que o tio é portador do vírus HIV, existe agora a suspeita de que seu amante mais jovem possa também estar infectado, o que aumenta a probabilidade de a menina ter sido contaminada.

A pedido do tio, a imprensa ocultou seu nome. Aliás, ocultou muito mais — em nenhuma das notícias sobre o caso a palavra “homossexual” ou “homossexualidade” foi utilizada para se referir ao tio e seu relacionamento com um homem mais jovem. Um código “moral” anti-discriminação politicamente correto está pressionando a mídia brasileira a não expor o homossexualismo em notícias desfavoráveis aos interesses da agenda gay, porém dando-lhe tratamento totalmente inverso quando as notícias lhe são favoráveis.

A meta parece ser incomodar o menos possível os homossexuais e seu comportamento, e esse pode ser o motivo por que nenhum assistente social estatal — que são notoriamente xeretas e intrometidos — se interessou em “xeretar” a ficha suja do amante do tio durante o processo de transferência da guarda da menininha. Mas é ao custo da saúde e vida dos inocentes que o homossexualismo recebe tal acobertamento.

As perguntas que não querem calar são:

Qual foi o órgão estatal que entregou a guarda da menininha a um homossexual vivendo com outro homem durante vários anos?

Se o estuprador já tinha passagens pela polícia por crimes sexuais contra crianças, o que ele estava fazendo solto?

O caso está cheirando a um horrendo escândalo de negligência estatal…

Fonte: www.juliosevero.com

GRÁVIDA DE GÊMEOS EM ALAGOINHA - O lado que a imprensa deixou de contar

Há cerca de oito dias, nossa cidade foi tomada de surpresa por uma trágica notícia de um acontecimento que chocou o país: uma menina de 9 anos de idade, tendo sofrido violência sexual por parte de seu padrasto, engravidou de dois gêmeos. Além dela, também sua irmã, de 13 anos, com necessidade de cuidados especiais, foi vitima do mesmo crime. Aos olhos de muitos, o caso pareceu absurdo, como de fato assim também o entendemos, dada a gravidade e a forma como há três anos isso vinha acontecendo dentro da própria casa, onde moravam a mãe, as duas garotas e o acusado.

O Conselho Tutelar de Alagoinha, ciente do fato, tomou as devidas providências no sentido de apossar-se do caso para os devidos fins e encaminhamentos. Na sexta-feira, dia 27 de fevereiro, sob ordem judicial, levou as crianças ao IML de Caruaru-PE e depois ao IMIP (Instituto Médico Infantil de Pernambuco), de Recife a fim de serem submetidas a exames sexológicos e psicológicos. Chegando ao IMIP, em contato com a Assistente Social Karolina Rodrigues, a Conselheira Tutelar Maria José Gomes, foi convidada a assinar um termo em nome do Conselho Tutelar que autorizava o aborto. Frente à sua consciência cristã, a Conselheira negou-se diante da assistente a cometer tal ato. Foi então quando recebeu das mãos da assistente Karolina Rodrigues um pedido escrito de próprio punho da mesma que solicitava um “encaminhamento ao Conselho Tutelar de Alagoinha no sentido de mostrar-se favorável à interrupção gestatória da menina, com base no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e na gravidade do fato”. A Conselheira guardou o papel para ser apreciado pelos demais Conselheiros colegas em Alagoinha e darem um parecer sobre o mesmo com prazo até a segunda-feira dia 2 de março. Os cinco Conselheiros enviaram ao IMIP um parecer contrário ao aborto, assinado pelos mesmos. Uma cópia deste parecer foi entregue à assistente social Karolina Rodrigues que o recebeu na presença de mais duas psicólogas do IMIP, bem como do pai da criança e do Pe. Edson Rodrigues, Pároco da cidade de Alagoinha.

No sábado, dia 28, fui convidado a acompanhar o Conselho Tutelar até o IMIP em Recife, onde, junto à conselheira Maria José Gomes e mais dois membros de nossa Paróquia, fomos visitar a menina e sua mãe, sob pena de que se o Conselho não entregasse o parecer desfavorável até o dia 2 de março, prazo determinado pela assistente social, o caso se complicaria. Chegamos ao IMIP por volta das 15 horas. Subimos ao quarto andar onde estavam a menina e sua mãe em apartamento isolado. O acesso ao apartamento era restrito, necessitando de autorização especial. Ao apartamento apenas tinham acesso membros do Conselho Tutelar, e nem tidos. Além desses, pessoas ligadas ao hospital. Assim sendo, à área reservada tiveram acesso naquela tarde as conselheiras Jeanne Oliveira, de Recife, e Maria José Gomes, de nossa cidade.

Com a proibição de acesso ao apartamento onde menina estava, me encontrei com a mãe da criança ali mesmo no corredor. Profunda e visivelmente abalada com o fato, expôs para mim que tinha assinado “alguns papéis por lá”. A mãe é analfabeta e não assina sequer o nome, tendo sido chamada a pôr as suas impressões digitais nos citados documentos.

Perguntei a ela sobre o seu pensamento a respeito do aborto. Valendo-se se um sentimento materno marcado por preocupação extrema com a filha, ela me disse da sua posição desfavorável à realização do aborto. Essa palavra também foi ouvida por Robson José de Carvalho, membro de nosso Conselho Paroquial que nos acompanhou naquele dia até o hospital. Perguntei pelo estado da menina. A mãe me informou que ela estava bem e que brincava no apartamento com algumas bonecas que ganhara de pessoas lá no hospital. Mostrava-se também muito preocupada com a outra filha que estava em Alagoinha sob os cuidados de uma família. Enquanto isso, as duas conselheiras acompanhavam a menina no apartamento. Saímos, portanto do IMIP com a firme convicção de que a mãe da menina se mostrava totalmente desfavorável ao aborto dos seus netos, alegando inclusive que “ninguém tinha o direito de matar ninguém, só Deus”.

Na segunda-feira, retornamos ao hospital e a história ganhou novo rumo. Ao chegarmos, eu e mais dois conselheiros tutelares, fomos autorizados a subirmos ao quarto andar onde estava a menina. Tomamos o elevador e quando chegamos ao primeiro andar, um funcionário do IMIP interrompeu nossa subida e pediu que deixássemos o elevador e fôssemos à sala da Assistente Social em outro prédio. Chegando lá fomos recebidos por uma jovem assistente social chamada Karolina Rodrigues. Entramos em sua sala eu, Maria José Gomes e Hélio, Conselheiros de Alagoinha, Jeanne Oliveira, Conselheira de Recife e o pai da menina, o Sr. Erivaldo, que foi conosco para visitar a sua filha, com uma posição totalmente contrária à realização do aborto dos seus netos. Apresentamo-nos à Assistente e, ao saber que ali estava um padre, ela de imediato fez questão de alegar que não se tratava de uma questão religiosa e sim clínica, ainda que este padre acredite que se trata de uma questão moral.

Perguntamos sobre a situação da menina como estava. Ela nos afirmou que tudo já estava resolvido e que, com base no consentimento assinado pela mãe da criança em prol do aborto, os procedimentos médicos deveriam ser tomados pelo IMI dentro de poucos dias. Sem compreender bem do que se tratava, questionei a assistente no sentido de encontrar bases legais e fundamentos para isto. Ela, embora não sendo médica, nos apresentou um quadro clínico da criança bastante difícil, segundo ela, com base em pareceres médicos, ainda que nada tivesse sido nos apresentado por escrito.

Justificou-se com base em leis e disse que se tratava de salvar apenas uma criança, quando rebatemos a idéia alegando que se tratava de três vidas. Ela, desconsiderando totalmente a vida dos fetos, chegou a chamá-los em “embriões” e que aquilo teria que ser retirado para salvar a vida da criança. Até então ela não sabia que o pai da criança estava ali sentado ao seu lado. Quando o apresentamos, ela perguntou ao pai, o Sr. Erivaldo, se ele queria falar com ela. Ele assim aceitou. Então a assistente nos pediu que saíssemos todos de sua sala os deixassem a sós para a essa conversa. Depois de cerca de vinte e cinco minutos, saíram dois da sala para que o pai pudesse visitar a sua filha. No caminho entre a sala da assistente e o prédio onde estava o apartamento da menina, conversei com o pai e ele me afirmou que sua idéia desfavorável ao aborto agora seria diferente, porque “a moça me disse que minha filha vai morrer e, se é de ela morrer, é melhor tirar as crianças”, afirmou o pai quase que em surdina para mim, uma vez que, a partir da saída da sala, a assistente fez de tudo para que não nos aproximássemos do pai e conversássemos com ele. Ela subiu ao quarto andar sozinha com ele e pediu que eu e os Conselheiros esperássemos no térreo. Passou-se um bom tempo. Eles desceram e retornamos à sala da assistente social. O silêncio de que havia algo estranho no ar me incomodava bastante. Desta vez não tive acesso à sala. Porém, em conversa com os conselheiros e o pai, a assistente social Karolina Rodrigues, em dado momento da conversa, reclamou da Conselheira porque tinha me permitido ver a folha de papel na qual ela solicitara o parecer do Conselho Tutelar de Alagoinha favorável ao aborto e rasgou a folha na frente dos conselheiros e do pai da menina. A conversa se estendeu até o final da tarde quando, ao sair da sala, a assistente nos perguntava se tinha ainda alguma dúvida. Durante todo o tempo de permanência no IMIP não tivemos contato com nenhum médico. Tudo o que sabíamos a respeito do quadro da menina era apenas fruto de informações fornecidas pela assistente social. Despedimo-nos e voltamos para nossas casas. Aos nossos olhos, tudo estava consumado e nada mais havia a fazer.

Dada a repercussão do fato, surge um novo capítulo na história. O Arcebispo Metropolitano de Olinda e Recife, Dom José Cardoso, e o bispo de nossa Diocese de Pesqueira, Dom Francisco Biasin, sentiram-se impelidos a rever o fato, dada a forma como ele se fez. Dom José Cardoso convocou, portanto, uma equipe de médicos, advogados, psicólogos, juristas e profissionais ligados ao caso para estudar a legalidade ou não de tudo o que havia acontecido. Nessa reunião que se deu na terça-feira, pela manhã, no Palácio dos Manguinhos, residência do Arcebispo, estava presente o Sr. Antonio Figueiras, diretor do IMIP que, constatando o abuso das atitudes da assistente social frente a nós e especialmente com o pai, ligou ao hospital e mandou que fosse suspensa toda e qualquer iniciativa que favorecesse o aborto das crianças. E assim se fez.

Um outro encontro de grande importância aconteceu. Desta vez foi no Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, na tarde da terça-feira. Para este, eu e mais dois Conselheiros, bem como o pai da menina formos convidados naquela tarde. Lá no Tribunal, o desembargador Jones Figueiredo, junto a demais magistrados presentes, se mostrou disposto a tomar as devidas providências para que as vidas das três crianças pudessem ser salvas. Neste encontro também estava presente o pai da criança. Depois de um bom tempo de encontro, deixamos o Tribunal esperançosos de que as vidas das crianças ainda poderiam ser salvas.

Já a caminho do Palácio dos Manguinhos, residência do Arcebispo, por volta das cinco e meia da tarde, Dom José Cardoso recebeu um telefonema do Diretor do IMIP no qual ele lhe comunicava que um grupo de uma entidade chamada Curumins, de mentalidade feminista pró-aborto, acompanhada de dois técnicos da Secretaria de Saúde de Pernambuco, teriam ido ao IMIP e convencido a mãe a assinar um pedido de transferência da criança para outro hospital, o que a mãe teria aceito. Sem saber do fato, cheguei ao IMIP por volta das 18 horas, acompanhado dos Conselheiros Tutelares de Alagoinha para visitar a criança. A Conselheira Maria José Gomes subiu ao quarto andar para ver a criança. Identificou-se e a atendente, sabendo que a criança não estava mais na unidade, pediu que a Conselheira sentasse e aguardasse um pouco, porque naquele momento “estava havendo troca de plantão de enfermagem”. A Conselheira sentiu um clima meio estranho, visto que todos faziam questão de manter um silêncio sigiloso no ambiente. Ninguém ousava tecer um comentário sequer sobre a menina.

No andar térreo, fui informado do que a criança e sua mãe não estavam mais lá, pois teriam sido levadas a um outro hospital há pouco tempo acompanhadas de uma senhora chamada Vilma Guimarães. Nenhum funcionário sabia dizer para qual hospital a criança teria sido levada. Tentamos entrar em contato com a Sra. Vilma Guimarães, visto que nos lembramos que em uma de nossas primeiras visitas ao hospital, quando do assédio de jornalistas querendo subir ao apartamento onde estava a menina, uma balconista chamada Sandra afirmou em alta voz que só seria permitida a entrada de jornalistas com a devida autorização do Sr. Antonio Figueiras ou da Sra. Vilma Guimarães, o que nos leva a crer que trata-se de alguém influente na casa. Ficamos a nos perguntar o seguinte: lá no IMIP nos foi afirmado que a criança estava correndo risco de morte e que, por isso, deveria ser submetida ao procedimentos abortivos. Como alguém correndo risco de morte pode ter alta de um hospital. A credibilidade do IMIP não estaria em jogo se liberasse um paciente que corre risco de morte? Como explicar isso? Como um quadro pode mudar tão repentinamente? O que teriam dito as militantes do Curumim à mãe para que ela mudasse de opinião? Seria semelhante ao que foi feito com o pai?

Voltamos ao Palácio dos Manguinhos sem saber muito que fazer, uma vez que nenhuma pista nós tínhamos. Convocamos órgãos de imprensa para fazer uma denúncia, frente ao apelo do pai que queria saber onde estava a sua filha.

Na manhã da quarta-feira, dia 4 de março, ficamos sabendo que a criança estava internada na CISAM, acompanhada de sua mãe. O Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (FUSAM) é um hospital especializado em gravidez de risco, localizado no bairro da Encruzilhada, Zona Norte do Recife. Lá, por volta das 9 horas da manhã, nosso sonho de ver duas crianças vivas se foi, a partir de ato de manipulação da consciência, extrema negligência e desrespeito à vida humana.

Isto foi relatado para que se tenha clareza quanto aos fatos como verdadeiramente eles aconteceram. Nada mais que isso houve. Porém, lamentamos profundamente que as pessoas se deixem mover por uma mentalidade formada pela mídia que está a favor de uma cultura de morte. Espero que casos como este não se repitam mais.

Ao IMIP, temos que agradecer pela acolhida da criança lá dentro e até onde pode cuidar dela. Mas por outro lado não podemos deixar de lamentar a sua negligência e indiferença ao caso quando, sabendo do verdadeiro quadro clínico das crianças, permitiu a saída da menina de lá, mesmo com o consentimento da mãe, parecendo ato visível de quem quer se ver livre de um problema.

Aos que se solidarizaram conosco, nossa gratidão eterna em nome dos bebês que a esta hora, diante de Deus, rezam por nós. “Vinde a mim as crianças”, disse Jesus. E é com a palavra desde mesmo Jesus que continuaremos a soltar nossa voz em defesa da vida onde quer que ela esteja ameaçada. “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham plenamente” (Jo, 10,10). Nisso cremos, nisso apostamos, por isso haveremos de nos gastar sempre. Acima de tudo, a Vida!


Pe. Edson Rodrigues
Pároco de Alagoinha-PE
padreedson@hotmail.com
(87) 3839.1473

Fonte: http://padreedson.blogspot.com/

quinta-feira, 5 de março de 2009

MENINO DE 7 ANOS SOFRE VIOLÊNCIA HOMOSSEXUAL EM BANHEIRO DE DELEGACIA POLICIAL

Menino de 7 anos sofre violência homossexual em banheiro de delegacia policial
por Julio Severo


Bethel Park, Pennsylvania, EUA. Autoridades policiais americanas prenderam Donald Regis Miller, de 18 anos, que é acusado de ataque homossexual a um menino de 7 anos.

A identificação do agressor sexual foi possível graças aos registros de uma câmera de vigilância instalada no prédio da polícia.

Conforme a investigação policial, em 21 de fevereiro de 2009 a câmera capturou imagens de Miller seguindo o menino até o sanitário masculino e deixando-o vários minutos depois. Dentro do sanitário, Miller empurrou o menino para um dos banheiros, trancando-se com ele. Quando o menino tentou gritar, Miller tapou a boca dele à força e apontou uma faca ao peito dele, violentando-o sob ameaça.

Miller foi preso em sua casa e, de acordo com o relatório policial, confessou o crime. Ele está preso, e sua fiança é de 1 milhão de dólares. Ele terá de responder a várias acusações, inclusive agressão agravada, restrição ilegal de liberdade, agressão sexual, etc.

A adolescente Bridget Riley declarou: “Não consigo acreditar que tenha acontecido bem debaixo do nariz da polícia”. Fred Krummert, de 64 anos, que estava no prédio, disse: “Jamais passaria pela minha cabeça que isso poderia ocorrer aqui”.

O uso de violência mínima contra um homossexual rende muita propaganda pró-homossexualismo, com direito a leis especiais de proteção à homossexualidade. E a violência brutal usada para a realização de um estupro homossexual contra um menino —rende o quê? Não deveria render programas de prevenção ao homossexualismo?

Enquanto gritos enfurecidos usam o argumento de crimes “homofóbicos” para exigir direitos para a prática homossexual, meninos são barbaramente estuprados sem que a sociedade se dê conta de que o homossexualismo não é um comportamento exclusivamente de vítimas, mas o comportamento de um número significativo de agressores sexuais.

Com a proteção e expansão do homossexualismo, nenhum menino está a salvo de predadores homossexuais, nem mesmo em delegacias. Numa sociedade em que o homossexualismo recebe muito mais atenção do que o bem-estar dos meninos, os pais são aconselhados a ficar de olho atento em seus filhos e sempre acompanhá-los aos sanitários.

Fonte: www.juliosevero.com

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