sábado, 7 de março de 2009

O ESTADO A SERVIÇO DA PEDOFILIA?

O Estado a serviço da pedofilia?

Conselho tutelar da Inglaterra entrega meninos para “casal” homossexual pedófilo

A adoção de crianças se tornou tão politicamente correta que um conselho tutelar da Inglaterra permitiu que um “casal” gay pedófilo adotasse meninos novos — mesmo, conforme revela uma mãe aqui, se recusando a ver quando foram apresentadas evidências do horrível abuso.

Embora os eventos assistidos em sua TV fossem fortes e bárbaros, a jovem mãe não acreditava que seu sentimento de incômodo estava pressagiando algo mais infeliz ou alarmante.

Com a ajuda das imagens da TV, é claro que ela agora tinha muito tempo para refletir em como dava para explicar aquela preocupação que a estava afligindo.

A senhorita X, cujo nome deve ser mantido no anonimato, havia colocado seus meninos gêmeos de 8 anos em adoção em 2004 depois de se achar sem condições de lidar com a vida como mãe solteira de quatro crianças tempestuosas.

Ela não se importou que seus meninos acabassem sendo entregues a um “casal” gay, Craig Faunch e Ian Wathey — o primeiro “casal” homossexual de Yorkshire a receber aprovação das autoridades para adotar crianças. O fato é que ela estava contente que alguém estivesse disposto a cuidar bem de seus meninos.

Contudo, esse sentimento mudou quando ela viu uma foto comprometedora de seu filho nu enquanto eles estavam numa de suas visitas regulares a ela.

A foto — que mostrava seu filho urinando — era tão preocupante que a senhorita X se queixou para as assistentes sociais do conselho tutelar de Wakefield, Yorkshire.

É o tipo de incidente grave que poderia, você poderia imaginar, ser o prenúncio do começo de vários procedimentos rigorosos de investigação.

No entanto, o problema foi resolvido — se é que esse é o termo correto — numa reunião desconfortável na sala de estar da senhorita X em maio de 2004. Nessa reunião, ela recorda, o homossexual Faunch, de 32 anos, declarou que ele havia tirado a foto para envergonhar o filho dela, a fim de que ele fechasse a porta quando fosse ao banheiro.

Essa explicação suspeita foi o suficiente para satisfazer as assistentes sociais presentes. Assim, elas deram uma conclusão veloz à investigação — e até acabaram perdendo a foto incriminadora.

Passaram-se outros oito meses, e outro menino aos cuidados dos homossexuais provocou um alerta.

Um ano e seis meses depois, em junho de 2006, Faunch e Wathey foram presos, condenados num total de 11 anos, por terem cometido mais de 10 crimes contra os quatro meninos que estavam aos cuidados deles.

O “casal” havia cuidado de 18 meninos num período curtíssimo de 15 meses, depois de receberem aprovação do conselho tutelar. Mas, com a desculpa de serem homens carinhosos oferecendo ajuda a meninos com problemas, eles haviam cometido violência sexual contra crianças vulneráveis para seu próprio prazer.

Nenhum dos dois homens, conforme registro do tribunal, mostrou algum sentimento de empatia ou remorso.

Os dois estão agora cumprindo sentenças de prisão por seus crimes abomináveis.

Apesar disso, as repercussões continuaram a reverberar, e num relatório fatal feito por autores independentes nessa semana, o conselho tutelar foi merecidamente condenado.

O relatório concluiu que o conselho permitiu que o “casal” gay tivesse total liberdade para cometer abusos sexuais contra os meninos que estavam sob seus cuidados, por medo de que fossem acusados de discriminação se iniciassem uma investigação.

Por causa de sua sexualidade, o relatório indicou, os homens eram um “casal adotivo especial” que não estavam sujeitos às mesmas medidas rigorosos que os outros casais.

Numa época em que os “casais” gays têm permissão legal de adotar pela primeira vez, as críticas provocam sérios questionamentos sobre os procedimentos de investigação…

Para a senhorita X, é claro que a questão é muito mais do que simples: sua confiança foi traída de forma escandalosa.

Conforme ela diz: “Fiquei muito irada quando descobri que o conselho tutelar não havia levado a investigação adiante e nem mesmo entrou em contato com a polícia acerca do problema. Estou horrorizada com o fato de que entregaram mais crianças àquele ‘casal’ — é doentio. Agora, mais pessoais tiveram suas vidas viradas de cabeça para baixo. Como os outros, confiei 100 por cento e eles me decepcionaram”.

É um sentimento ecoado pelas mães de dois outros meninos, que também foram vítimas de Faunch e Wathey, sem mencionar outros que se acharam na tragédia criminal da administração incompetente do conselho tutelar.

Não é a primeira vez que o conselho tutelar de Wakefield é alvo de manchetes negativas na questão de adoção de crianças vulneráveis.

No mês passado, seis pessoas, que no passado trabalhavam como assistentes sociais, ganharam indenização de mais de 1 milhão de libras esterlinas num acordo fora dos tribunais depois de alertarem acerca dos padrões de assistência às crianças nos lares onde atuavam.

Todas foram demitidas depois de revelarem uma escandalosa lista de incompetência administrativa, problemas que incluíam deixar que crianças até mesmo de 12 anos se envolvessem em relacionamentos sexuais, crianças trabalhando e crianças fumando drogas com outras crianças e negligências na investigação de registros criminais.

Tal lista deprimente de negligências parece não ter sido o suficiente para evitar que os meninos ficassem com os dois homossexuais em 2003.

Faunch e Wathey haviam se estabelecido numa casa de três quartos num agradável beco sem saída cinco anos antes e, como tantos pedófilos, pareciam ser membros perfeitamente respeitáveis da sociedade.

Esse “casal” impressionantemente estranho — Wathey, de 40 anos, 1.82 de altura e gordo era considerado quieto, o “Gigante Gentil”, enquanto Faunch é um magro de 1.70 e apelidado de “Tweetie Pie” na escola, por causa de sua voz e tamanho — ambos cresceram perto de Wakefield, West Yorkshire.

Os dois homens estavam vivendo em casa com suas mães divorciadas quando se encontraram dez anos atrás, rapidamente saindo do armário diante de seus respectivos amigos e famílias antes que, em 1998, decidissem ir morar juntos.

Dinheiro, de acordo com os amigos, era muitas vezes escasso, e os dois homens tiveram vários empregos claramente banais durante os anos, inclusive trabalhar para um estabelecimento local de alimentos congelados e uma empresa de catálogos de encomenda de compras domésticas.

Eles não pareciam, recordam os vizinhos, ativistas pioneiros na luta em favor de direitos gays, embora de fato Faunch de modo particular fosse claro no assunto.

E quer ou não fosse por ordem dele, cinco anos atrás, o “casal” se inscreveu no conselho tutelar para se tornar pais adotivos profissionais.

Quando, em julho de 2003, eles receberam permissão, Faunch e Wathey estavam entre os primeiros “casais” homossexuais da Inglaterra a serem aprovados, e o primeiro em Yorkshire.

Esse evento importante ocorreu quase que sem atenção alguma.

O serviço de assistência social não tratou Faunch e Wathey de forma alguma diferente do que faz com outros pais adotivos, passando os mesmos cursos e os mesmos procedimentos investigativos padrões.

As inspeções rotineiras revelaram que eles não tinham um registro criminal e nunca haviam tido problemas com a polícia e, com uma escassez desesperadora de pais adotivos na região de Yorkshire, começaram seu novo papel no verão de 2003 logo que a junta de adoção dos serviços de assistência social formalmente aprovou as inscrições deles.

O pedido do “casal” de querer cuidar apenas de meninos na faixa de 5 a 12 anos de idade aparentemente passou despercebido, pois aceitaram a explicação de Faunch e Wathey de que eles não se sentiam “equipados” para cuidar de meninas.

Talvez os serviços devessem ter conversado com membros da comunidade local, muitos dos quais tinham um sentimento forte de que não era um altruísmo puro que havia guiado o “casal” gay a acolher meninos novos em seu lar.

Conforme as fofocas locais, foi por dinheiro.

Nenhum dos dois homens trabalhava fora e pareciam estar vivendo do dinheiro que recebiam dos serviços de assistência social de Wakefield.

De acordo com um vizinho, o dinheiro era usado para financiar fins-de-semana fora com os meninos em estações de férias à beira-mar próximas, em Cleethorpes e Skegness, no trailer que eles possuíam.

É claro que agora sabemos que a motivação do casal era ainda mais sinistra: ambos os homens eram pedófilos.

E menos de um ano depois que eles foram aprovados, a senhorita X sentiu-se movida a alertar os serviços de assistência social com relação às preocupações dela.

Durante uma de suas visitas regulares aos gêmeos, um Faunch risonho havia lhe mostrado a foto de seu filho urinando durante uma visita ao acampamento de férias Butlin em Skegness.

Uma foto instantânea semelhante havia sido tirada do outro gêmeo.

Profundamente incomodada, a mãe solteira de 34 anos recusou permitir que os gêmeos retornassem para a casa dos homossexuais adotivos e entrou com uma queixa oficial no conselho tutelar.

Mas embora uma assistente social recebesse a foto incriminadora e prometesse uma investigação total, o resultado, conforme vimos, foi meramente aquela esquisita reunião na sala de estar.

Depois disso, a senhorita X não recebeu nenhuma informação do que aconteceu em seguida. Ela teve de presumir que o conselho havia investigado totalmente o problema.

Aliás, longe de adotar alguma ação adicional, o conselho entregou mais meninos a Faunch e Wathey, inclusive um menino com graves problemas, até fornecendo camas a mais…

“Eles subiram na vida”, comenta um vizinho com tristeza.

Nos bastidores, porém, o que havia mudado para outro nível foi a perversão do “casal”.

Entre os novos “recrutas” para seu exército de meninos adotivos estava um menino com a síndrome de Asperger, uma forma de autismo. O menino passava os fins-de-semana com os homens para que sua mãe tivesse algum descanso dos cuidados com o menino.

Com a idade mental de sete e com dificuldades de aprendizado, a mãe de 36 anos do menino achava difícil cuidar das necessidades especiais de seu menino junto com as necessidades de seus outros dois filhos. Por isso, ela os entregou ao conselho tutelar em busca de ajuda.

“Eu estava a ponto de ter um esgotamento total quando Faunch e Wathey surgiram”, recorda ela.

“Na época, era a resposta às minhas orações. Eu cuidava do meu filho sozinha durante a semana e nos fins-de-semana poderia recarregar minhas baterias e passar tempo com os outros meninos”.

Como é que ela imaginou que seu filho estava sendo sexualmente abusado pelo “casal” adotivo na privacidade da casa deles — sabendo que não havia chance de ele dizer algo por causa de seu problema físico?

Nas evidências assustadoras entregues ao tribunal no ano passado, o menino recordou como Wathey o havia feito ver pornografia gay enquanto ele se tocava e, em nove outras ocasiões, havia submetido o menino a um ato sexual explícito enquanto ele estava deitado na cama, dizendo-lhe que ele não deveria contar para a própria mãe.

Ele também havia, conforme o menino contou ao tribunal, sido acariciado em várias ocasiões por Faunch enquanto eles estavam no sofá da sala de estar. “Não gosto deles mais”, ele declarou ao tribunal.

“Quero que eles vão para a cadeia”.

Quem é que sabe por quanto tempo os vários abusos continuaram?

De fato, foi só depois que um quarto menino, também de 14 anos de idade, relatou para um amigo adulto que ele havia sido tocado de forma imprópria que a polícia se envolveu.

Depois de um dos incidentes, conforme ele declarou ao tribunal, ele havia usado uma garrafa cheia de xampu no chuveiro numa tentativa de limpar a memória do que aconteceu. “Doía”, disse ele.

A polícia foi finalmente informada, e iniciou uma investigação, durante a qual descobriram um vídeo indecente dos gêmeos adotados tomando um banho de chuveiro que havia sido filmado poucos dias antes depois que a foto nu deles havia sido tirada.

A polícia também descobriu um filme pornográfico gay explícito no gravador no quarto de dormir de Faunch e Wathey.

O filme, O Mundo de um Rapaz, apresenta as proezas de um grupo de homens mais velhos cobiçando e realizando atos sexuais com rapazes.

Em junho de 2006, Faunch foi condenado por cinco crimes sexuais com um menino de 14 anos e dois crimes por tirar fotos indecentes.

Wathey foi condenado por quatro crimes de atividade sexual com outro menino de 14 anos e uma acusação de incentivar um menino a ver filme pornográfico gay.

Nenhum dos dois homossexuais mostrou remorso algum.

Aliás, isso talvez indique algo acerca da atitude do “casal” com relação aos procedimentos legais que ocorreram poucas semanas antes de serem julgados em junho de 2006: eles decidiram formalizar seu relacionamento numa cerimônia de parceria civil em Pontefract.

É de pouco maravilhar que, ao sentenciar Faunch e Wathey no tribunal no verão passado, a Juíza Susan Cahill disse que era “totalmente inacreditável” que a polícia não tivesse sido chamada depois que a mãe dos meninos gêmeos inicialmente expressou preocupações.

É um sentimento ecoado pelos autores do relatório desta semana, que também fizeram 41 recomendações para revisar o processo de adoção do conselho.

É claro que só o tempo dirá se essas recomendações serão implementadas.

No meio tempo, as mães dos meninos afetados estão sozinhas para lidar com as conseqüências emocionais deixadas pela máquina burocrática.

Como explicou a mãe do menino de 14 anos que sofre da síndrome de Asperger: “Eu simplesmente não conheço os danos a longo prazo que isso tudo pode ter provocado em meu filho. Se as assistentes sociais tivessem feito sua obrigação e tivessem levado os gêmeos mais a sério em primeiro lugar, meu filho jamais teria acabado naquela casa”.

Nesta semana, uma porta-voz do conselho não quis comentar, declarando que seria “impróprio” falar antes da próxima reunião…

“Impróprio”, é claro, é a palavra chave em toda essa triste história — e essa palavra já deveria ter sido usada bem antes nesse caso.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: Daily Mail - http://juliosevero.blogspot.com/2007/09/o-estado-servio-da-pedofilia-conselho.html

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